Combatemos o bom combate. Homens e mulheres de fibra, de caráter, de sonhos e que confiam, sobretudo na verdade, estão vivendo momentos difíceis, incômodos. No período eleitoral são obrigadas (os) a desenvolverem suas atividades caladas (os). Mas como são pessoas sábias e virtuosas sabem o momento certo de soltarem suas vozes; sabem em que momento a decisão será tomada. Aguardam ansiosamente o dia D, o dia em que votarão na Democracia.
Qualquer movimento suspeito de exercício da liberdade de expressão, todos escutam o toque da sirene. Aduladores e/ou assessores capatazes, subordinados ao Rei Frederico II, o mal Coroado, a HADES, o Príncipe Cuquinha, o Arquiteto da Intervenção ou à sua irmã, MEDUSA, Princesa dos Espinhos Venenosos notificam a atitude e, imediatamente, a advertência é lançada no livro da punição. Conhecido por Nobres e Plebeus de livro da vergonha. Quando avaliam que o ato é grave, automaticamente, Frederico II, HADES e/ou MEDUSA, colocam em prática a lei que determina o toque de recolher.
Na condição de trabalhadores, Nobres e Plebeus, estão destinados a viverem no ostracismo, igual às almas que são condenadas a permanecerem distantes dos seus entes queridos. A condição de viverem num labirinto obriga-os a ficarem em situação de alerta, de medo, de desespero com o que há de vir.
No entanto, esquecem os opressores, que o germe da contradição é parte constitutiva do objeto em sua dimensão afirmativa. É neste momento que o grito de Nobres e Plebeus rompe com o silêncio. Inicia-se a revolta silenciosa no Feudo.
Durante suas atividades diárias, realizaram experiências silenciosamente, exercitam exercícios teórico/práticos de como superar as atitudes que os oprimem e, neste compasso, criam possibilidades em libertar-se das garras do Dragão, de Hades, da Medusa e do Bobinho da Corte, atual comandante da Casa de Saúde.
Projetos novos começam a vislumbrar-se no interior do velho, criando condições reais para libertar Nobres e Plebeus das amarras da escravidão velada. Vislumbrar no horizonte imediato a possibilidade concreta em poder gritar, pular, sorrir, ironizar, viver as mais ricas e belas manifestações que o corpo e a mente as oferecem, no campo individual e coletivo, tem motivado, a Nobres e Plebeus tomarem a decisão de votar nas próximas eleições na Democracia.
Homens e mulheres que trabalham nas Províncias, no Castelo e na Casa de Saúde do Feudo, descobriram que está aproximando o dia mais esperado das suas vidas, o dia D, o dia de exercitar a experiência Democrática. Neste dia, sem medo de ser feliz, todos podem Votar secretamente, sem preocupar-se com o fantasma que os assombra todos os dias. Saibam que, a perseguição velada fere a alma de qualquer mortal. Vamos acabar com as práticas autoritárias do Rei Frederico II, o mal Coroado.
Lembrem-se: A bandeira branca pede passagem! Até breve!



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