Rei Frederico II, aquele, mal coroado, mas lembrado, diariamente, pelas suas atitudes opressoras, resolveu colocar em discussão e apreciação no Conselho Superior da Corte Real o documento que cria as regras para o processo eleitoral no FEUDO OESTE.
Escolheu o mês em que a temperatura, nos termômetros do centro do Castelo, atinge zero grau. Talvez, devido à baixa temperatura, os conselheiros, sentindo muito frio, não tenham disposição em aprofundar as discussões, permitindo que a majestade Frederico II, com toque especial, delibere a matéria em tempo recorde.
Mas há elementos contraditórios que podem impedir esta manobra criada pelo Rei Frederico II. Nobres e, principalmente plebeus, podem ler e discutir em seus espaços públicos e privados o teor do documento. Com sabedoria intelectual e prática, apropriarem do conteúdo presente nestas poucas laudas e, em tom de igualdade, debaterem e sugerirem aos Conselheiros da Corte Real que argumentem e deliberem em prol do interesse público.
Mas, neste momento decisivo, temos de ficar atentos. Tudo é possível de acontecer no Reinado de Frederico II. Lembramos que este personagem é um déspota esclarecido e amante da lei, não aquela que todos são sujeitos em sua elaboração, discussão e aprovação, mas a lei que agrada sempre aos interesses particulares do Rei, assessores e aduladores da Corte.
Nós, nobres e plebeus, temos que mudar nossas atitudes e desejarmos colocar um fim nesta prática despótica instituída por Frederico II no FEUDO OESTE. Ler, discutir e dar sugestões aos Conselheiros da Corte Real sobre o conteúdo da matéria a ser apreciada e votada no Conselho Superior da Corte, nesta semana, é uma ação valiosa.
No entanto é bom lembrar: quando o Rei não é Coroado pelo desejo da maioria dos Nobres e Plebeus, os princípios democráticos são sempre jogados na lata do lixo.
Uma coisa é certa: temos que deixar a condição de subordinados ao Rei mal Coroado, perguntando enquanto sujeitos: queremos experimentar mais quatro anos de governo, no Reinaldo do FEUDO OESTE, coroando o filho do Rei Frederico II? Até breve.
Canção Da Despedida...
Compositor (ES): Geraldo Azevedo/Geraldo Vandré
Já vou embora
Mas sei que vou voltar
Amor não chora
Se eu volto é pra ficar
Amor não chora
Que a hora é de deixar
O amor de agora
Pra sempre ele ficar
Eu quis ficar aqui
Mas não podia
O meu caminho a ti
Não conduzia
Um Rei mal coroado
Não queria
O amor em seu reinado
Pois sabia
Não ia ser amado
Amor não chora
Eu volto um dia
O Rei velho e cansado
Já morria
Perdido em seu reinado
Sem Maria
Quando eu me despedia
E no meu canto lhe dizia...
Já vou embora
Mas sei que vou voltar
Amor, amor não chora
Se eu volto é pra ficar
Amor não chora
Que a hora é de deixar
O amor de agora
Pra sempre, sempre ele ficar
Amor não chora
Amor não chora
Já vou embora
Já vou, já vou embora
Amor, amor não chora.
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