Como aproximar do Rei Frederico II, o mal Coroado? Os caminhos são indigestos. Ser recebido por Vossa Majestade tornou-se um problema de saúde pública para a maioria dos mortais que trabalham no Castelo, nas Províncias e na Casa de Saúde.
Tudo inicia na antessala. Aromatizada com ervas que reduzem a energia do ambiente, o ar circula com dificuldade, a pressão atmosférica aumenta e, dependendo dos seres presentes no espaço é perigoso respirar. Técnicos da área de Saúde, inspecionando os setores do Castelo, em visita de rotina, constataram altíssima alteração no campo energético, afetando diretamente o sistema nervoso de Nobres e Plebeus que necessitam ultrapassar a cortina de ferro.
Os quadros que decoram a antessala expressam dor, sofrimento, angústia. Impressões que ferem a alma, mesmo dos mais cuidadosos em alimentá-la. O ambiente é tenso, poluído, respira-se desconfiança, antidemocracia, afinal o Rei não ocupa o posto com legitimidade popular, mas sim pelo consentimento do Imperador RO-RE e de uma grande e respeitosa massa de aduladores que, como vampiros, sugam o sangue de Plebeus e Nobres com presas pontiagudas e venenosas. Bem alimentados, para além do instinto animal, pousam como aves de rapina nas poltronas e assentos do Castelo, das salas principais das Províncias e da Casa de Saúde.
A poluição que preenche o espaço da antessala tem cheiro de medo, de desrespeito aos Nobres e Plebeus que precisam falar com o Rei, o mal Coroado. Todos que precisam ter acesso à sala Real pensam mil vezes antes de dirigir-se à antessala.
Afinal, quem é a personagem que ocupa a antessala do Rei Frederico II, o mal Coroado?
Escolhida diretamente pelo Rei mal Coroado, a Rainha das Trevas é uma personagem de confiança, com vínculo sanguíneo direto com a família Real. Suas qualidades no trato com as pessoas são idênticas às do seu tio, Rei Frederico II e de seus primos: Hades, o Príncipe Cuquinha, Arquiteto da Intervenção e Medusa, a Princesa de espinhos venenosos.
Reconhecida por ser especialista na prática autoritária, a Rainha das Trevas dialoga de forma rancorosa com quem visita o Castelo; tem humor esquisito e, na maioria das vezes que atende Nobres e Plebeus empina o nariz, mais que a Rainha Madrasta, a Traidora.
Protegida pelo Rei Frederico II, o mal Coroado, sonha em ocupar o lugar da Rainha Madrasta, a Traidora; comporta-se em seu ambiente de trabalho na condição de procuradora do Rei Frederico II, inclusive, assina documentos de rotina na ausência do Rei.
Até quando suportaremos trabalhar neste ambiente, hostil, criado no governo Impostor do Rei Frederico II? Até quando, trabalhadores aduladores permanecerão em comandos por amizade e não por competência profissional? O respeito pessoal e profissional, a alegria e a convivência humanitária têm que retornar no ambiente do Castelo, nas Províncias e na Casa de Saúde do FEUDO OESTE.
Lembrem-se no dia da eleição: A bandeira branca pede passagem. Até breve!

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