A cor branca é expressão de paz, de encontro entre as diferenças, de solidariedade entre os humanos, não importando a condição de classe social em que cada um de nós está inserido. A cor branca pode indicar, também, a neutralidade, limpeza, festividade, esperança.
Na Casa de Saúde do FEUDO OESTE a cor branca é símbolo de espaço de trabalho, de atendimento e dedicação aos usuários das diferentes localidades em que o Feudo se põe geograficamente e para além desta linha limítrofe espacial e temporal. Mas, qual o significado comum presente nas vestimentas de cor branca, preta, azul, amarela, rosa, vermelha, enfim, nas diferentes cores que desfilam nos corredores, dependendo do espaço ocupacional em que se encontram os trabalhadores da Casa de Saúde do FEUDO OESTE?
Algo em comum todos as trabalhadoras (es) sintetizam, independente da cor da sua vestimenta: são seres HUMANOS. Como diz o enunciado popular: são pessoas de carne e ossos, corre sangue em suas veias. Na estrutura orgânica algo precioso faz-se presente: todos possuem uma alma. Alma no sentido que anima a vida, que dá sentido em nossas existências, alma que movimenta nossos sonhos.
Mas, por que na Casa de Saúde do FEUDO OESTE a vida das trabalhadoras (es), Plebeus e Nobres, é demarcada pela ausência de sentido humano? Será que estes sujeitos históricos, mulheres e homens não têm direitos de existirem? De sonharem e realizarem seus sonhos? Quem é o responsável em espalhar, nos corredores e nas salas da Casa de Saúde do FEUDO OESTE, a insegurança, o desânimo, a insatisfação, o medo na alma de Plebeus e Nobres trabalhadores? O Bobo da Corte.
Conhecido pelos mais íntimos como Bufão, é o personagem principal responsável pela situação adversa, sem vida na Casa de Saúde do FEUDO OESTE. Formado na escola repressora do Rei Frederico II, o mal Coroado e de Hades, o Arquiteto da Intervenção, o Bobo da Corte ou Bufão para os mais íntimos, de origem Plebéia, desenvolveu habilidades técnicas de comando a serviço do Reinado.
A partir do momento que o Bobo da Corte fez-se presente para comandar a Casa de Saúde do FEUDO OESTE, o terrorismo tornou-se parte do cotidiano deste ambiente. A cor branca, símbolo da paz, deixou de existir e, a cor da desavença, da perseguição, do terrorismo psicológico tomou conta em todos os ambientes de trabalho, abalando profundamente a situação de saúde das trabalhadoras (es). O branco das vestimentas perdeu sua alvura.
Algo é certo: somente as trabalhadoras (es) da Casa de Saúde do FEUDO OESTE podem acabar com esta situação de desmando, desrespeito, de intimidação, de desumanização. A cor branca acena o sentimento de paz. Vamos!!!
A bandeira branca pede passagem. Até breve!
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