JESUS, personagem bíblico e de referência universal, tornou-se homem para adquirir as condições, materiais reais, que fundamentasse os propósitos de Deus/Pai. Ao assumir o papel de filho de Deus em sua concretude juvenil, dentre inúmeras mensagens formuladas e disseminadas no meio da população, destaca-se um propósito imperativo no momento de escolher as lideranças que iriam segui-lo: em tom divino disse – “(...) muitos são chamados, mas poucos serão escolhidos”.
Estamos nos aproximando do período eleitoral, período de escolhermos os candidatos que se apresentarão para concorrer ao pleito democrático – não tanto - em diferentes níveis, destacando ao cargo de REI-TOR. Chamam a atenção neste momento –maio de 2011- que nos espaços físicos que envolvem a UNIOESTE, em particular no Campus de Toledo – docentes, discentes e técnicos administrativos transitam diariamente pelos labirintos que envolvem a Arquitetura Pós-Moderna presente no Campus, como seres que não tocam seus pés no chão e, nem ecoam suas vozes em tons acadêmicos universitário. A percepção que temos é que ao estarem e manterem-se nas nuvens, o que se manifesta é o espírito puro; aquele que faz soar as trombetas, manifestando a chegada da verdade por meio da oração. Ou ainda, aguardam o sinal da fumaça branca que sairá da Capela para consagrarem quem será o escolhido.
É necessário sairmos da Caverna e deixar as luzes da razão e da intuição entrar em nossa Universidade e, por meio de elementos reais, materiais, movidos e moventes, iniciarmos o debate e os encaminhamentos práticos que são de nossas responsabilidades. Aguardar os sons das trombetas, a fumaça branca ou o toque (...) dos sinos, é, no mínimo, uma atitude de quem tem MEDO DO DRAGÃO. Até breve!
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