sábado, 19 de novembro de 2011

33 - OS ÚTIMOS SUSPIROS DA CONDESSA DÓ NO CASTELO DO FEUDO OESTE


No Castelo do FEUDO OESTE encontramos trabalhadoras (es) possuidoras de características pessoais e profissionais muitíssimas diferentes, repletas de determinações. Um verdadeiro encontro da diversidade presente nas mulheres e homens que servem ao público. Porém, como em qualquer outro espaço coletivo, sempre encontraremos alguém que diferencia dos demais, chamando a atenção da maioria dos que convivem no mesmo ambiente. Este fato inusitado é digno de delicados comentários entre Nobres e Plebeus que trabalham  do FEUDO OESTE.
Estamos falando da Condessa Dó – a ABELHUDA -. Franzina, aparentando um pouco mais da meia idade, estressadinha e determinada em seus encaminhamentos burocráticos. Uma das suas habilidades, ou melhor, que Condessa Dó entende que possui, é planejar. Quando o assunto é planejamento ela fica empolgada, transpira mais que o normal, seus olhos arregalam-se e sua voz muda de tom, emitindo vocábulos estridentes e ofegantes. Dizem que o cenário fica mais colorido quando suas verdades, no campo dos números, tabelas e quadros são questionadas.  
Condessa Dó – a ABELHUDA - é reconhecida no Castelo pelos seus vôos rasantes e por fazer muita cera. Devido ter declarado voto de castidade quando era adolescente, todos afirmam que a Condessa Dó vive em total abstinência dos prazeres sensuais. Na condição angelical de vida celibatária é vigiada, diariamente, pelo seu primo Conde Zangão, o X 9, responsável no Castelo pela pasta -Excelência Acadêmica na Pesquisa -.
Mas, o que deixa Condessa Dó irritadíssima? Os questionamentos preliminares diários emitidos por Nobres e Plebeus do FEUDO OESTE. Não suporta ouvir críticas a respeito das suas ações ditatoriais; cria dificuldades para discutir com o outro a respeito das atividades educacionais; quer transformar o espaço público em pequenas empresas privadas, reduzindo ao máximo o número de trabalhadoras (es) das Províncias e da Casa de Saúde. Este sintoma lembra a máxima do empreendedorismo tupiniquim: “pequenas empresas, grandes negócios”. Uma falácia que não dá sustentação a ninguém, somente à estressadinha Condessa Dó – a ABELHUDA -
Acontece que Nobres e Plebeus, vivenciando uma nova experiência a partir da Vitória da Democracia não querem mais a presença da Condessa Dó – a ABELHUDA e do Conde Zangão  o X 9 - no Castelo. Um abaixo assinado  veiculado solicitando que ambos retornem para as suas atividades de origem, aprimorando suas habilidades na Província Central em praticar vôos rasantes, fazer muita cera e continuar exercitando serviços de espionagem a mando do Rei Frederico II, o FRE-FRE.  
Lembrem-se sempre: A bandeira branca pede passagem! Até breve.!!!

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